Antes tarde do que nunca: Círculo de Fogo

Há mais ou menos um mês, já bem atrasada eu diria, assisti a última produção do diretor Guillermo del Toro: Círculo de Fogo.

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Fui ao cinema sem muita expectativa, não li nada sobre e não vi trailers (a não ser o spot ridiculamente rápido da TV). Sabia apenas que o filme tinha robôs gigantes.

Como o filme estreou em agosto e fui somente em setembro assistir, a única sala que encontrei era o tal do 4D que eu também não conhecia ainda. E para quem ainda não sabe são as salas com efeitos de luz, cheiro, água, cadeira balançando, etc.

Logo de cara o filme te diz “Kaiju= Monstro gigante em japonês, Jaeger = caçador em alemão”. Empolgada com conceitos e o “balançar” da sala já estava roendo as unhas nos primeiros minutos.

Círculo de fogo se passa num futuro onde, numa fenda no Pacífico, um portal entre dimensões se abriu e de dentro deles monstros gigantes começaram a surgir e atacar cidades litorâneas. Para se defender a humanidade criou os Jaegers, robôs gigantes para enfrentar e matar os monstros.

Com roteiro cheio de referencias a cultura oriental e uma série de coisas que eu gosto muito (como os filmes do Godzilla por exemplo, que eu sei que são trash mas adoro mesmo assim), Círculo de fogo me tirou o ar e me deixou de queixo caído. Muitas cenas de ação, porradas sincronizadas com a trilha sonora, monstros colossais e um ritmo quase frenético. Um prato cheio para quem gosta do gênero.

Claro que não é um filme totalmente perfeito, mas sejam quais forem seus problemas, em nenhum momento me tirou a emoção e a empolgação com o que eu estava vendo na tela. Sei que algumas pessoas não gostaram dos atores principais, mas a verdade é que, para mim, os principais na verdade são os Jaegers.

Acho que a essa altura eu sou até suspeita para falar. Vi duas vezes no cinema e nas duas com o mesmo fascínio.

Já não dá mais para achar Círculo de Fogo nos cinemas, mas o Blu-ray já tem data prevista de lançamento para 15/10. Dá para comprar na pré-venda do Amazon.

Também vale citar que del Toro não só dirigiu como também produziu o roteiro. Altamente recomendado.

E para fechar meu amor/empolgação foi tão grande que eu não resisti e quis ter meu próprio Jaeger:

GipsyDanger